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Memória Celular

Vale comentar.

Americano se mata após receber coração de suicida

Um americano que havia recebido o coração de um suicida em um transplante, há 13 anos, se matou da mesma forma que seu doador, afirma uma reportagem do jornal americano Beaufort Gazette.

(…)

Depois de um ano com o novo órgão, ele procurou a família de Cottle para agradecer pelo órgão e acabou se envolvendo e casando com a viúva de seu doador, Cheryl Cottle, em 2004.

(…)

Herança

O fenômeno da herança de traços da personalidade do doador em transplantados já foi estudado por cientistas.

Em 2002, a revista científica Journal of Near-Death Studies publicou uma pesquisa extensiva realizada pelo neuroimunologista Paul Pearsall sobre o assunto.

Pearsall havia entrevistado cerca de 150 receptores que haviam passado por transplantes de coração ou de pulmão e afirmou que as células vivas do tecido do órgão transplantado tinham a capacidade de memória.

A teoria, conhecida como “memória celular”, foi tema de um livro escrito por Pearsall e inspirou ainda outra publicação – A Voz do Coração, da professora de dança Claire Sylvia.

(…)

via BBC.

Veja análise em Saindo da Matrix.

E consciência celular? Já pensou a respeito?

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  1. A escolha é sua…
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  3. Obama x Lula

Posted in Pensamentos.

One Response

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  1. Convenhamos que pode haver um grande componente psicológico nesse comportamento. Não estou descartando a possibilidade de existir algum tipo de memória nas células (embora ache discutível até que ponto isso pode influenciar as ações do receptor do órgão) mas acredito que, especificamente nesse caso, o receptor “assumiu” a vida do doador em vários sentidos (ele até casou com a viúva do cara!!!). Assim, acho que o comportamento de se suicidade deve ter sido mais influenciado por questões “normais” da vida nova dele do que por algum tipo de “força” residente nas células do novo órgão.

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