Skip to content


Acorda pra vida! Tome as rédeas daquilo que você chama “existência”.

“Pense no que você fez durante o dia de ontem, desde o momento que acordou até a hora de dormir. Repita a visualização para analisar sua semana anterior e, se possível, o mês. Isso dá uma noção das rotinas que se repetem na sua vida. Qual é o resultado inevitável de continuar nesse caminho? Seria parecido com o estilo de vida do seu chefe? Você gostaria de ter um futuro assim?”

Do site Papo de Homem.

“Você já parou para pensar que suas ações são meros reflexos de um condicionamento social que a escraviza a um comportamento estereotipado, comportamento de rebanho que caminha para o matadouro, infeliz, mas resignado?”

Do blog do DeRose.

“Asume esta posição e quando lhe perguntarem o que você é lembre-se que deixou a oportunidade de ser realmente grande escapar de dentro de você!
(…)
Deixou de exercer sua causa por medo?”

Por mim.

Se você se sente como um peixe fora d’água, cuidado.

Tenho certeza de que uma inevitável pergunta vem a tona com extrondosa força:

O que vou fazer então?

Se você fez mesmo essa pergunta, então corra!

Corra de tudo o que você faz e procure algo que te preencha.
Algo que te faça ver a vida como algo lindo, não estagnado.
Como algo maravilhoso e cheio, não como algo vazio, sem sentido e morto.

Você ainda está aqui? O que faz ainda lendo esse texto? Corra! Já falei!

Vá! Vá em busca da sua vida! Vá e pegue ela devolta!
Tenha coragem!

Vá!

Gostou desse? Então recomendo:

  1. Em busca da minha causa
  2. Porque é broxante quando uma mulher deixa você pagar a conta?
  3. Por quê?
  4. Quando você diz que tem 30 anos, então procurará evitar atividades que fazia com 15 anos
  5. Estive lá…

Posted in Pensamentos.

One Response

Stay in touch with the conversation, subscribe to the RSS feed for comments on this post.

  1. Mais um…

    http://www.saindodamatrix.com.br/archives/2010/02/sobre_tolices_importantes.html

    Nesse ponto já se esquece que nosso coração também tem voz, que podemos abandonar o caminho trilhado à qualquer momento, sem dever nada a ninguém e sem ater ao orgulho, que é um valor que destrói muitas almas.
    Como disse a poetisa: “Lúcidos? São poucos”
    Céus! Vejam quantos sonâmbulos andam nas calçadas; quantos mortos vivos dirigem seus veículos do ano;

Some HTML is OK

(required)

(required, but never shared)

or, reply to this post via trackback.